quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
=)
O tempo agora vale mais.
É absolutamente necessário que cada momento seja bom e simples.
Sigo nesse exercício – que é de sabedoria, mais que de força.
Da criança que chorava à toa, tornei-me a mulher que ri de si mesma.
Sou uma mulher que sorri.
É absolutamente necessário que cada momento seja bom e simples.
Sigo nesse exercício – que é de sabedoria, mais que de força.
Da criança que chorava à toa, tornei-me a mulher que ri de si mesma.
Sou uma mulher que sorri.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
a dois passos do Paraíso...
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
o Tempo

... o mesmo talvez lhe acontecesse com outro nome, Ricardo Reis, mas o livro onde este foi registrado um dia, já lá vão tantos anos, está no arquivo do sótão, coberto de pó, numa página que provavelmente nunca verá a luz do dia, e se a vir talvez que o nome não possa ler-se, por estar em branco a linha, ou branca a página toda, esse é um dos efeitos do tempo, APAGAR.
-José Saramago-
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Praça da paz
Encostei o meu carro na praça
E você, um tanto sem graça,
Sorriu pra mim
Sem querer eu olhei em seus olhos
Sem saber segurei suas mãos
E começou assim
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Encostei o meu corpo no seu
E um novo desejo nasceu
Entre nós dois
Seus carinhos me deixavam louco
Nosso tempo era curto e tão pouco
E deixamos pra depois
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça
Preciso voltar
Mas uma vez com você lá na praça
Pra falar mais um pouco de mim
Encostar o meu corpo em seu corpo
E adormecer assim
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça...
-Zeca Baleiro-
E você, um tanto sem graça,
Sorriu pra mim
Sem querer eu olhei em seus olhos
Sem saber segurei suas mãos
E começou assim
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Encostei o meu corpo no seu
E um novo desejo nasceu
Entre nós dois
Seus carinhos me deixavam louco
Nosso tempo era curto e tão pouco
E deixamos pra depois
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça
Preciso voltar
Mas uma vez com você lá na praça
Pra falar mais um pouco de mim
Encostar o meu corpo em seu corpo
E adormecer assim
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça...
-Zeca Baleiro-
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Essa foto...

Olhando a foto, foi quando eu descobri que tua ausência inda doía e o tempo que passou não me serviu como remédio. E a minha paciência foi inútil e todo desapego incompetente. Eu me desvencilhei de livros, cartas e bilhetes e me desmemoriei por algum tempo.(Quis tanto ter você, depois silêncio). Mas nessa tarde estranha em que ensaio versos, só vem tua falta à tona...
A gente ria tanto desses nossos desencontros
Parceiro das delícias
Amor, vem me tirar a sede
Amor, vem me tirar da rede
Amor, nem que seja das intrigas
Vem me tirar, vem me botar na vida
Amor, vem me tirar o cinto
Amor, vem me tirar a pele
Amor, nem que seja sem malícia
Amor, vem me tirar da rede
Amor, nem que seja das intrigas
Vem me tirar, vem me botar na vida
Amor, vem me tirar o cinto
Amor, vem me tirar a pele
Amor, nem que seja sem malícia
Vem me tirar, vem me fazer carícia
Vem me tirar às vezes pra dançar
Até me machucar, amor
Vem me botar na rede, reviver a sede
Vem me fazer aquele amor
Parceiro das delícias
Amor
-Geraldo Azevedo-
Vem me tirar às vezes pra dançar
Até me machucar, amor
Vem me botar na rede, reviver a sede
Vem me fazer aquele amor
Parceiro das delícias
Amor
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
solidão

... mas nunca, por nunca ser, o navegador solitário pôs os pés em terra com o fito de levar mulher para ser sua companheira na navegação.
Se realmete acontece que no porto uma mulher está à espera, absurdo seria que desdenhasse dela, mas no geral é ela quem quer e pelo tempo que entende, nunca o navegador solitário lhe disse: Espera por mim, que um dia hei de voltar - não é um pedido que ele se permitisse fazer.
Espera por mim, nem ele poderia garantir que estará de volta nesse dia ou alguma vez, e, voltando, quantas vezes lhe aconteceria encontrar o cais deserto, ou, mulher havendo nele, está à espera de outro marinheiro, não sendo contudo raro que, faltando este, sirva o que apareceu.
A culpa, se é preciso dizê-lo, não está nas mulheres nem nos navegadores, a culpa está nesta solidão que às vezes não se aguenta, também ela pode levar o navegador ao porto, e a mulher ao cais.
-José Saramago-
renunciar
mais cedo ou mais tarde
temos que abdicar de algumas coisas
em proveito de outras,
deixar as pessoas amadas
para só então termos noção do quanto
as amamos!
- Rodrigo Petrônio-temos que abdicar de algumas coisas
em proveito de outras,
deixar as pessoas amadas
para só então termos noção do quanto
as amamos!
Seu olhar
Podemos ir daqui pro mundo

Mas quero ficar porque
Quero mergulhar mais fundo
Só de me encontrar no seu olhar
Já muda tudo
Posso respirar você
E posso te enxergar no escuro
Tem muito tempo na estrada
Muito tem
E como quem não quer nada
Você vem
Depois da onda pesada
A onda zen
É namorar na almofada
E dormir bem
Foi o seu olhar
O que me encantou
Quero um pouco mais
Desse seu amor...
-Seu Jorge-
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